Call of Duty no Divã? Ex-CEO Culpa Battlefield, Mas Será Só Isso?

Tempo de leitura: 4 min

Escrito por otaviorag
em 14/01/2026

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Call of Duty no Divã? Ex-CEO Culpa Battlefield, Mas Será Só Isso?

Eita, nerds e nerds! Parece que a vida não está fácil para a Activision Blizzard, especialmente para nossa querida franquia Call of Duty. Bobby Kotick, o ex-CEO que comandou a empresa por um tempão, resolveu abrir a boca e jogar a culpa pela queda de desempenho do jogo em… Battlefield! Sim, você não leu errado. Mas será que a história é tão simples assim? Afinal, estamos falando de duas gigantes dos games que vivem em uma eterna competição, tipo Marvel vs. DC, sabe?

Preparem a pipoca e peguem seus controles, porque a treta gamer começou!

O que está acontecendo?

Segundo Kotick, desde que ele deixou o cargo, a Activision Blizzard tem patinado para alcançar as metas internas. E o principal motivo apontado por ele para essa dificuldade é a concorrência com Battlefield, que estaria abocanhando uma fatia considerável do mercado de FPS (First-Person Shooter). A declaração, claro, causou um rebuliço na comunidade gamer, que não demorou a questionar se Battlefield é mesmo o único responsável pela suposta crise de Call of Duty.

Vamos ser honestos: Battlefield e Call of Duty são como rivais clássicos. Um focado em combates massivos e realismo (dentro do possível), o outro apostando em ação frenética e uma pegada mais arcade. Cada um tem seus fãs fiéis, e essa competição saudável sempre impulsionou a qualidade de ambos os jogos. Mas será que Battlefield é o grande vilão da história?

Por que isso importa para os fãs?

Porque Call of Duty é muito mais do que um simples jogo. É um fenômeno cultural, uma franquia que moldou o cenário dos games de tiro e que conquistou milhões de fãs ao redor do mundo. Se Call of Duty espirra, o mundo gamer pega um resfriado! A notícia de um possível declínio, mesmo que exagerada, acende um sinal de alerta e levanta diversas questões.

Para os fãs mais antigos, que acompanham a saga desde os tempos de Medal of Honor (sim, Call of Duty nasceu como uma espécie de “sucessor espiritual” da franquia da EA), essa notícia pode soar como um balde de água fria. Afinal, estamos falando de um jogo que ditou tendências, inovou e que proporcionou momentos épicos para gerações de jogadores. E, para quem acompanha o blog, já sabe que a nostalgia bate forte por aqui, né? Aproveitando a deixa, que tal relembrar a saga nerd de Thiago Bañares?

Além disso, a saúde de Call of Duty impacta diretamente o mercado de games como um todo. A franquia é um motor que impulsiona vendas de consoles, periféricos e até mesmo outros jogos. Se o motor falha, a engrenagem pode começar a travar. Por outro lado, uma revitalização da série pode trazer ainda mais inovações e benefícios para os jogadores.

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O que pode acontecer a partir disso?

A declaração de Bobby Kotick pode ser interpretada de diversas formas. Alguns acreditam que ele está apenas tentando se eximir da responsabilidade pelos problemas da Activision Blizzard, jogando a culpa em um bode expiatório conveniente. Outros defendem que Battlefield realmente representa uma ameaça para Call of Duty, especialmente com os últimos lançamentos da franquia da EA apresentando melhorias significativas.

No entanto, a verdade é que a crise de Call of Duty pode ter raízes mais profundas. A falta de inovação, a repetição de fórmulas, os problemas de otimização e o foco excessivo em microtransações são apenas alguns dos fatores que podem ter contribuído para o descontentamento de parte dos fãs. Afinal, não adianta ter gráficos incríveis e jogabilidade fluida se o jogo não oferece nada de novo ou se explora demais o bolso dos jogadores.

Além disso, a concorrência no mercado de FPS está cada vez mais acirrada. Além de Battlefield, temos jogos como Apex Legends, Valorant e Rainbow Six Siege, que oferecem experiências diferentes e que atraem públicos específicos. Call of Duty precisa se reinventar para se manter relevante e competitivo nesse cenário.

Ou seja, a Activision Blizzard precisa repensar sua estratégia e ouvir o que os fãs têm a dizer. Será que é hora de arriscar e inovar, ou de apostar em fórmulas consagradas? Será que é preciso diminuir o ritmo de lançamentos e focar na qualidade dos jogos, ou de manter a frequência para não perder o hype? A resposta para essas perguntas pode definir o futuro de Call of Duty.

Por fim, não podemos descartar a possibilidade de que a aquisição da Activision Blizzard pela Microsoft traga mudanças significativas para a franquia. Será que a Microsoft vai investir pesado em Call of Duty e transformar o jogo em um carro-chefe do Xbox Game Pass? Ou será que a empresa vai optar por uma abordagem mais conservadora e manter o status quo? Só o tempo dirá. E por falar em futuro dos games, que tal conferir quem está liderando a guerra do streaming?

De uma forma ou de outra, uma coisa é certa: a saga de Call of Duty está longe de terminar. E nós, fãs, estaremos aqui, de olho em cada novo capítulo, torcendo para que a franquia volte a brilhar como nos velhos tempos. Afinal, quem não se lembra das madrugadas jogando no multiplayer, das risadas com os amigos e das conquistas épicas? Que venham novos desafios, novas aventuras e, acima de tudo, muita diversão!


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